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O "segundo" grau de investimento é mais importante

Experiência do México, Chile e Rússia sugere que é o segundo grau de investimento que é o forte, porque é a confirmação. Há fundos que só podem comprar papéis com rating de duas agências, ou seja, exige ao menos duas classificações de grau de investimento para aplicar no país, já que não são muitos os estrangeiros autorizados a colocar dinheiro no Brasil. Por enquanto, somente a Standard & Poor´s elevou a nota do Brasil a esse patamar, mas não deve demorar muito para Moody´s e Fitch seguirem o mesmo caminho. Superada mais essa barreira, uma nova onda de recursos deve à Bolsa.

Data: 09/05/2008
Editor: Paulo Eduardo Costa
Local: Mundo

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